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arquitectocastro.com José Castro Silva, Arquitecto licenciado pela FAUP, autor de inúmeros projectos de Habitação, Indústria, Logística, Comerciais, Hotelaria e Design.

Arquitecto Coordenador em inúmeros projectos, desde a grande escala - Plataformas Logísticas e industriais, Hotéis, Edifícios de Escritórios, Edifícios de Habitação Colectiva e Unifamiliar, à pequena escala - Lojas, Stands comerciais, mobiliário de autor e Design Gráfico. Em todos o acompanhamento é constante, desde a fase inicial de planeamento até à sua conclusão final. Sou experiente em lidar com muitos projectos simultâneamente e coordenar vários grupos de trabalho para a concretização dos objectivos propostos. Cada projecto novo é um novo desafio, profissional e também pessoal, em todos, aplico todas as minhas capacidades e conhecimentos. Membro da Ordem dos Arquitectos com o n.º 11943N
Membro do Colégio de Gestão, Direcção e Fiscalização de Obra da Ordem dos Arquitectos com o n.º COB_009
Membro do Colégio de Património Arquitectónico com o nº CPA_028
Perito em Acústica de Edifícios pela OA
Passivhaus Tradesperson

O PROJECTO À MESA...Há projectos que continuam a ser desenhados mesmo quando saímos do gabinete.Durante um almoço, a con...
06/10/2026

O PROJECTO À MESA...

Há projectos que continuam a ser desenhados mesmo quando saímos do gabinete.
Durante um almoço, a conversa passou para a cozinha de um projecto actualmente em desenvolvimento. Entre dúvidas, hipóteses e alternativas, o individual de papel acabou transformado numa improvisada folha de desenho.
Porque muitas decisões começam assim: uma conversa, um esquisso rápido e a necessidade de tornar uma ideia visível para poder discuti-la.
Depois vêm o desenho rigoroso, as medidas, os materiais e os pormenores. Mas, às vezes, o projecto avança primeiro à mesa.

A35 | Swiss Custom Watches | Neuchâtel, SuíçaEm 2012, uma deslocação à Suíça relacionada com uma actividade que, nessa é...
02/10/2026

A35 | Swiss Custom Watches | Neuchâtel, Suíça

Em 2012, uma deslocação à Suíça relacionada com uma actividade que, nessa época, desenvolvia em paralelo com a Arquitectura, o design de relojoaria, acabou por proporcionar um desafio diferente.
Surgiu a possibilidade de estudar uma loja de rua para uma das marcas com que trabalhava e daí nasceu este Estudo Prévio para um espaço comercial em Neuchâtel.
O projecto acabou por não se concretizar, mas ficou associado a uma experiência profissional particularmente interessante.
Não era a primeira vez que desenvolvia trabalho para o estrangeiro, mas foi uma das primeiras oportunidades em que consegui aprofundar aquilo que signif**a projectar para outro país.
Porque a Arquitectura não atravessa fronteiras apenas através do desenho.
Mudam os procedimentos, as entidades, as exigências técnicas, a regulamentação, as práticas construtivas e até a forma como determinadas matérias são abordadas. Antes de procurar uma solução arquitectónica é necessário compreender as regras do lugar onde se pretende intervir.
Foi também um projecto onde duas áreas que faziam parte do meu percurso profissional naquela altura se cruzaram de uma forma pouco habitual: Arquitectura e Design de Relojoaria.
À distância de alguns anos, talvez seja precisamente isso que torna interessante recuperar trabalhos como este.
Nem todos os estudos chegam à obra, mas todos acrescentam alguma coisa ao percurso de quem os desenvolve.
Neste caso, ficou sobretudo uma aprendizagem que continua válida: projectar noutro contexto começa por aprender esse contexto.

𝗤𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗻ã𝗼 𝘀𝗮𝗯𝗲𝗺𝗼𝘀, 𝗮𝗽𝗿𝗲𝗻𝗱𝗲𝗺𝗼𝘀Encontrei recentemente no meu arquivo duas fotografias tiradas durante a preparação da min...
20/09/2026

𝗤𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗻ã𝗼 𝘀𝗮𝗯𝗲𝗺𝗼𝘀, 𝗮𝗽𝗿𝗲𝗻𝗱𝗲𝗺𝗼𝘀

Encontrei recentemente no meu arquivo duas fotografias tiradas durante a preparação da minha Prova Final na FAUP.
O tema era a iluminação pública e, para o estudar, precisava naturalmente de fotografar a cidade à noite.
Havia apenas um pequeno problema: eu não sabia que não sabia fotografar à noite.
E estamos a falar de fotografia analógica. Não havia um ecrã onde pudéssemos olhar imediatamente para o resultado, perceber que estava tudo desfocado, alterar meia dúzia de parâmetros e tentar novamente.
Tirávamos a fotografia. O rolo ia para revelar. Esperávamos. E só depois descobríamos o resultado.
A primeira das duas fotografias que reencontrei é precisamente isso: uma tentativa de alguém que ainda não sabia bem o que estava a fazer. Luzes arrastadas, imagem tremida, pouca definição.
Mas eu precisava daquelas fotografias para fazer o trabalho a que me tinha proposto.
Portanto, só havia uma solução.
Tinha de aprender.
Aprender tempos de exposição. Perceber a abertura. Usar um tripé. Entender como a luz se comportava durante vários segundos de exposição. Experimentar, falhar, revelar e voltar a experimentar.
A segunda fotografia surgiu depois, e não é perfeita... não me tornei fotógrafo, nem era esse o objectivo.
Aprendi o suficiente para conseguir fazer, com competência, aquilo de que precisava.
E talvez tenha sido isso que estas duas fotografias, tantos anos depois, me fizeram recordar.
Ao longo da vida profissional somos constantemente confrontados com tarefas para as quais aquilo que já sabemos não chega. Novos materiais, novas tecnologias, novos regulamentos, novos programas, novas formas de construir.
Podemos encará-las como algo que está fora da nossa área ou como uma oportunidade para alargar aquilo que somos capazes de fazer.
Eu continuo a preferir a segunda hipótese.
Não precisamos de saber tudo. Seria impossível.
Precisamos é de perceber quando não sabemos o suficiente e estar disponíveis para aprender o que faz falta.
Talvez seja essa uma das competências mais importantes que podemos adquirir ao longo de uma carreira.
Não a capacidade de ter todas as respostas.
Mas a capacidade de continuar a procurá-las.

A52 | PARK HOTEL PORTO AEROPORTO | Um projecto com históriaHá projectos que terminam quando a obra acaba. Outros acompan...
11/09/2026

A52 | PARK HOTEL PORTO AEROPORTO | Um projecto com história

Há projectos que terminam quando a obra acaba. Outros acompanham-nos durante grande parte do nosso percurso profissional.
O Park Hotel Porto Aeroporto, na Maia, pertence claramente ao segundo grupo.
A história começou em 2009, quando, ainda integrado na Coperfil Real Estate Group, desenvolvi o projecto de arquitectura da nova unidade hoteleira, numa altura em que nem sequer estava ainda definido o operador que viria a explorar o edifício.
Foi um projecto desenvolvido num contexto particularmente exigente, em domínio público aeroportuário, junto ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, e sujeito não apenas ao licenciamento municipal pela Câmara Municipal da Maia, mas também à prévia apreciação e aprovação pela ANA — Aeroportos de Portugal.
O edifício foi pensado desde o início com capacidade de evolução. A implantação e a organização funcional salvaguardavam uma área destinada à sua futura expansão — uma decisão de projecto que viria a revelar-se particularmente importante alguns anos depois.
Durante a execução foram introduzidas alterações através de um aditamento desenvolvido pela COGEDIR, às quais, enquanto autor do projecto original, dei a necessária autorização.
Em 2015, já no âmbito da minha actividade profissional independente, fui novamente chamado pelo Park Hotel para projectar a ampliação da unidade hoteleira, desta vez em co-autoria com o Arq. Hélder Silva, precisamente para a zona que havia sido prevista para esse efeito no projecto inicial.
A relação profissional não terminou aí.
Hoje continuamos a desenvolver novos estudos para este cliente, prolongando uma colaboração iniciada há cerca de 17 anos.
Mais do que a longevidade de um projecto, valorizamos aquilo que esta continuidade representa: a confiança de um cliente que regressa quando surge um novo desafio.
Porque talvez uma das melhores avaliações que um projecto pode receber não esteja apenas na arquitectura construída.
Está em sermos novamente chamados.

A102 | Moradia Unifamiliar | Perosinho, Vila Nova de GaiaHá projectos que chegam ao momento em que aquilo que durante an...
28/08/2026

A102 | Moradia Unifamiliar | Perosinho, Vila Nova de Gaia

Há projectos que chegam ao momento em que aquilo que durante anos existiu em desenhos, estudos e decisões começa finalmente a ganhar forma no terreno.
É o caso desta moradia unifamiliar em Perosinho, Vila Nova de Gaia, cujo arranque de empreitada está previsto para Setembro de 2026.

Implantada num terreno com um declive muito acentuado, a proposta procura tirar partido da própria topografia, organizando a habitação em diferentes cotas e estabelecendo uma relação directa entre os vários espaços interiores e o terreno envolvente.

A sucessão de volumes acompanha essa diferença de níveis, enquanto a garagem, parcialmente integrada no terreno, permite resolver o acesso a partir da cota mais baixa sem impor essa lógica ao restante programa da habitação.

O resultado é uma moradia T3 onde implantação, volumetria e organização funcional resultam, em grande medida, das características específ**as do lugar.

Depois do projecto, do licenciamento e das necessárias compatibilizações técnicas, aproxima-se agora uma das fases mais importantes de todo o processo.

Passar do desenho à construção.

Em breve, aquilo que hoje mostramos através de uma imagem de projecto começará a ter matéria, escala e presença.

IVA a 6% na reabilitação urbana: uma dúvida com consequências muito concretasA Lei n.º 48/2026, de 17 de Agosto, veio fi...
24/08/2026

IVA a 6% na reabilitação urbana: uma dúvida com consequências muito concretas

A Lei n.º 48/2026, de 17 de Agosto, veio finalmente esclarecer uma questão que durante anos gerou interpretações divergentes na aplicação da taxa reduzida de IVA às empreitadas de reabilitação urbana.

Para efeitos da antiga redacção da verba 2.23 da Lista I anexa ao Código do IVA, consideram-se empreitadas de reabilitação urbana as realizadas em imóveis ou espaços públicos localizados em Áreas de Reabilitação Urbana legalmente delimitadas, independentemente de ter sido ou não aprovada uma Operação de Reabilitação Urbana.

Ou seja:

ARU delimitada não exigia, para este efeito, uma ORU aprovada.

Pode parecer uma questão meramente jurídica. Não é.

A diferença entre uma empreitada tributada a 6% ou a 23% pode representar dezenas ou mesmo centenas de milhares de euros num investimento imobiliário e influenciar directamente a sua viabilidade.

Há ainda uma particularidade especialmente relevante: tratando-se de uma interpretação autêntica, a Lei n.º 48/2026 determina que os seus efeitos remontam à entrada em vigor da Lei n.º 64-A/2008.

Isto não signif**a, naturalmente, que exista um direito automático ao reembolso de IVA em todas as situações anteriores. Prazos, liquidações, processos concluídos e restantes circunstâncias fiscais terão de ser analisados caso a caso.

Para quem trabalha em arquitectura e acompanha investimentos imobiliários, f**a também uma conclusão que vai muito para além do IVA:

um projecto não é apenas desenho.

Urbanismo, legislação, fiscalidade, custos, prazos e viabilidade económica cruzam-se constantemente. Não cabe ao arquitecto substituir o advogado, o fiscalista ou o contabilista, mas cabe-lhe compreender esse enquadramento e identif**ar atempadamente as questões que podem condicionar uma operação.

Porque uma linha numa lei pode parecer pequena.

Até se fazerem as contas.

A31 | Hotel 5 Estrelas Puhua | ChinaEm 2010 fomos convidados a desenvolver, em equipa multidisciplinar, um estudo para u...
21/08/2026

A31 | Hotel 5 Estrelas Puhua | China

Em 2010 fomos convidados a desenvolver, em equipa multidisciplinar, um estudo para um hotel de 5 estrelas integrado no complexo residencial Europe City, na China.

A proposta previa um hotel com 350 quartos e suites, organizado a partir de um embasamento aberto à grande praça pública, concentrando restaurantes, espaços de eventos, conferências, SPA, fitness e outros serviços destinados não apenas aos hóspedes, mas também à população do empreendimento.

Sobre este embasamento elevava-se o volume dos quartos, assumindo-se como uma referência vertical na paisagem do novo conjunto urbano.

O projecto acabou por não avançar... Mas, olhando para ele 16 anos depois, talvez o aspecto mais interessante seja perceber porquê.

A nossa equipa levou para a China aquilo que entendia como uma abordagem europeia contemporânea: contenção formal, simplicidade, funcionalidade e uma leitura clara entre embasamento e torre.
A expectativa local sobre aquilo que deveria representar uma arquitectura de influência europeia era, porém, bastante diferente.
E talvez esteja aqui uma das lições mais interessantes deste projecto.

A arquitectura também é cultura.

Aquilo que uma sociedade reconhece como moderno, tradicional, europeu, luxuoso ou representativo não é necessariamente aquilo que outra entende pelos mesmos conceitos.
Anos mais tarde, no local seria construído um hotel com uma linguagem arquitectónica bastante diferente da que tínhamos proposto.

O nosso ficou no papel.

Não considero, porém, que tenha sido um projecto perdido. Foi uma oportunidade pouco comum de trabalhar noutra escala, noutro contexto e, sobretudo, de perceber que projectar fora do nosso universo cultural implica muito mais do que transportar uma arquitectura de um lugar para outro.

Implica compreender como ela será lida por quem a vai receber.

Autoria: José Castro Silva
Co-autoria: Abel Duarte, Hélder Silva, José Carlos Saraiva e Osvaldo Boavida

A19 | Ampliação de Moradia Unifamiliar | Bonfim, PortoNem todos os projectos aprovados chegam a ser construídos. Ainda a...
10/08/2026

A19 | Ampliação de Moradia Unifamiliar | Bonfim, Porto

Nem todos os projectos aprovados chegam a ser construídos. Ainda assim, fazem parte do percurso de um atelier e, muitas vezes, representam exercícios particularmente interessantes sobre a forma como entendemos a arquitectura.

Neste projecto, na Rua da Alegria, no Porto, partimos de uma pequena moradia tradicional, há vários anos desocupada e bastante degradada, localizada entre dois edifícios de habitação colectiva com uma escala signif**ativamente superior.

A proposta procurou recuperar o equilíbrio da frente urbana através da ampliação do edifício, mas sem apagar a identidade da construção preexistente.

Preservar, recuperar e reinterpretar foram princípios fundamentais do projecto.

A fachada mantém a linguagem dos revestimentos cerâmicos tradicionais do Porto, aqui reinterpretados através de peças biseladas em vermelho "sangue de boi", recuperando igualmente elementos pétreos e desenhos de serralharia associados à construção original. Nos pisos superiores, esta linguagem progressivamente mais tradicional dá lugar a uma intervenção assumidamente contemporânea, culminando num piso recuado revestido a zinco negro.

O resultado procurava estabelecer um diálogo entre dois tempos: reconhecer a memória e a identidade do edifício existente, mas permitir que este respondesse às exigências funcionais e às formas de habitar contemporâneas.

O projecto foi aprovado, mas acabou por não ser executado.

Faz parte da arquitectura também esta realidade. Nem tudo aquilo que projectamos chega a transformar-se em matéria construída. Isso não retira valor ao exercício, às ideias desenvolvidas ou às soluções encontradas.

Alguns projectos f**am no papel. Outros deixam, ainda assim, marca no percurso de quem os projectou.

07/08/2026

𝗠𝘂𝗶𝘁𝗮𝘀 𝘃𝗲𝘇𝗲𝘀 𝗰𝗼𝗺𝗲ç𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗽𝗼𝗿 𝗮𝗽𝗮𝗴𝗮𝗿.

À primeira vista parece um contrassenso.
As pessoas imaginam que um arquitecto passa os dias a desenhar.
Na realidade, uma parte importante do nosso trabalho acontece antes de existir um único traço.
Ouvimos.
Questionamos.
Percebemos como aquela família vive.
Identif**amos prioridades.
E, muitas vezes, começamos por apagar.
Apagamos metros quadrados que pouco acrescentam.
Apagamos divisões que dificilmente serão usadas.
Apagamos ideias que comprometem aquilo que é verdadeiramente importante.
Não porque sejam más ideias.
Mas porque um bom projecto não consiste em incluir tudo.
Consiste em garantir que nada do que é essencial f**a de fora.
É curioso...
Quanto mais anos tenho de profissão, menos acredito que desenhar seja a parte mais difícil.
A parte mais difícil é tomar boas decisões antes do primeiro desenho.
Porque um edifício pode nascer de um breve esquiço.
Mas é muito antes dele que a Arquitectura começa verdadeiramente a acontecer.

A47 | Fundação Lar Evangélico Português | Águas Santas, MaiaNem sempre a arquitectura se mede em metros quadrados.Por ve...
31/07/2026

A47 | Fundação Lar Evangélico Português | Águas Santas, Maia

Nem sempre a arquitectura se mede em metros quadrados.

Por vezes, o seu verdadeiro impacto está na melhoria das condições de utilização de espaços que fazem parte do dia a dia de quem mais deles necessita.

Neste projecto desenvolvemos a proposta de remodelação e ampliação das instalações sanitárias do Piso 0 da Fundação Lar Evangélico Português, acompanhada do respectivo Mapa de Quantidades e Orçamento, permitindo ao cliente institucional planear e executar a intervenção com um elevado grau de rigor.

A intervenção foi pensada para responder às necessidades da instituição, criando instalações sanitárias independentes para ambos os géneros, melhorando a acessibilidade, reorganizando os espaços e renovando integralmente os acabamentos, infraestruturas e equipamentos, privilegiando soluções resistentes, funcionais e de fácil manutenção.

Quando projectamos para instituições desta natureza, o objectivo vai muito além da resolução de um problema construtivo.

Trata-se de contribuir para que as crianças e jovens acolhidos encontrem espaços mais seguros, mais dignos, mais confortáveis e melhor preparados para o seu quotidiano.

Porque também é esse o papel da arquitectura.

Melhorar a vida das pessoas, mesmo quando a intervenção acontece nos espaços mais discretos de um edifício.

Endereço

Serzedo

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 19:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
Sexta-feira 09:00 - 19:00

Telefone

+351915784959

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